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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O Brasil sofre de “petistite”.

O diagnóstico não é meu e sim de Reinaldo Azevedo (original aqui).

Numa aparição rara do seu brilhantismo, sumido nos últimos textos, desde de abril de 2012, (que eu recorde), Reinaldo brinda-nos hoje com uma pitada da sua genialidade de outrora ao diagnosticar a doença grave que acomete o Brasil.

Reinaldo escreve:

A doença é perversa pelo estrago que provoca no organismo Brasil, mas não por isso. O agente patogênico, o Petralha, pertence à cepa dos micro-organismos que enganam o sistema imunológico da sociedade: é a estirpe VS — Vigarice Socialista. A VS, de que o Petralha é uma derivação mais agressiva, se insinua no organismo saudável com o discurso da igualdade, da reparação social, da generosidade e da distribuição de renda. Aos poucos, vai debilitando o organismo saudável, que vai tendo o tecido necrosado por suas toxinas. hoje, há males provocados pela petistite que são permanentes.

Diante de tão brilhante diagnóstico cabe a pergunta e com ela vai um assomo de espanto:

Se o agente patogênico, o Petralha engana o sistema imunológico da sociedade, não é (foi) essa mesma sociedade que nos últimos 12 anos, eleição após eleição, escolheu voluntária e deliberadamente ser contaminada por esse mesmo agente Patogênico, o Petralha?

Se hoje a sociedade brasileira sofre - e continuará sofrendo, cada vez mais, por décadas - dos males permanentes provocados pela petistite, ela é a única e solitária responsável.

Nenhuma compaixão ou ajuda merece, nem direito tem, (como não tem, porque assim escolheu), a usufruir do sistema nacional de saúde completamente sucateado.

Mesmo aqueles que não escolheram o petismo como modo de governança, sobretudo aqueles dominados pela apatia política do voto em branco ou da justificação de ausência de voto em agência postal, todos juntos são moralmente responsáveis pelos efeitos colaterais que sofrem derivados da petistite. E se estes não conseguem entender a grave responsabilidade que possuem na disseminação da petistite, mais merecem sofrer dos efeitos dessa toxina devastadora, pois no conjunto são maioria... e em conjunto nada fizeram para evitar tal contaminação.

Numa interpretação livre do diagnóstico de Reinaldo Azevedo posso comparar a sociedade brasileira a um homossexual leviano que, diante de um Adônis contaminado com todos os tipos de doenças sexualmente transmissíveis, mas com um pênis anatomicamente escultural, se oferece de quatro, sem qualquer resguardo, apenas para dar azo à libertinagem e sentir o prazer que sua essência deformada o impele.

A sociedade brasileira é leviana? – Sem dúvida alguma!

É irresponsável? − Absolutamente!

Estruturalmente corrompida? — Certamente que sim!


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