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terça-feira, 3 de março de 2009

Um pouco de Brasil...



DEMOFOBIA
Depois que Paula Oliveira admitiu para a polícia suíça que não foi atacada por xenófobos aconteceu algo estranho com a sua qualificação. Quando sua história teve crédito era "brasileira". Quando o relato trincou ela passou a ser chamada, com alguma frequência, de "pernambucana". Há suíços que gostam de contar histórias de preconceito de brasileiros contra brasileiros.

A VOZ DO DONO
Com a fuga de Cuba do boxeador Guillermo Rigondeaux, escreveu-se o penúltimo capítulo da uma história iniciada em 2007, quando ele e seu colega Erislandy Lara foram deportados pela polícia do comissário Tarso Genro.O último será escrito quando se souber com quem Fidel Castro falou no dia em que ele soube do desaparecimento da dupla. Que falou com alguém, falou, pois isso foi contado pelo seu chanceler, Felipe Pérez Roque. Nas suas palavras, o Comandante pediu ao seu interlocutor ajuda para "propiciar e organizar" o repatriamento dos fujões. Pode demorar, mas um dia a identidade do amigo de Fidel será conhecida.

JÂNIO E COLLOR

Uma migalha da história, recolhida por um diplomata
:

Em 1990, logo depois de sua eleição, Fernando Collor encontrou-se com o ex-presidente Jânio Quadros na casa de um embaixador brasileiro na Europa. Ao vê-lo, o grande histrião da política nacional disparou: "Cumprimento-o, mas devo dizer-lhe que o senhor é muito moço". Collor: "Presidente, quando o senhor foi eleito tinha 43 anos. Era apenas três anos mais velho que eu". Jânio: "E deu no que deu".

[Para quem não lembra: Jânio Quadros, num bluff desastrado renunciou à presidência, acreditando que o povo pediria para ele ficar. O povo não disse um pio e ele não teve outro remédio senão sair mesmo. Fernando Collor de Mello roubou o quis e não quis e foi destituído da presidência por meio de impeachment... mas foi inocentado pelo STF. Hoje é senador por Alagoas].

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Deu na REVISTA VEJA
- Edição 2102 - 4 de março de 2009.
EXEMPLO DE COMO A JUSTIÇA BRASILEIRA É MAIS IGUAL PARA UNS QUE PARA OUTROS.Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países.


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

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OUTRA MENTIRA DO MINISTRO TARSO GENRO QUE VEIO À TONA
: [ver nota acima: "A VOZ DO DONO"]

"Pedi asilo à polícia no Brasil e não me foi dada a oportunidade. Eu não estava fazendo nada de errado. Mesmo assim, não me aceitaram." - Erislandy Lara, um dos pugilistas cubanos que durante o Pan do Rio foram deportados para Cuba pelo governo brasileiro, mas fugiram da ilha e hoje vivem nos Estados Unidos


TORTO PARA A ESQUERDA ATÉ NO MANEQUIM

A camisaria Ernesto di Tomaso, em Salvador, é uma referência no mundo político nacional há trinta anos. Em 1997, foi adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por recomendação dele, as camisas do tirano Hugo Chávez passaram a ser feitas lá. Ao receberem as medidas do venezuelano, as camiseiras Maria Santos e Auxiliadora Ribeiro descobriram que ele tem um braço mais comprido que o outro – o maior é o esquerdo, claro. Entre os 400 modelos de colarinho da loja, Chávez escolheu aquele especialmente criado para Lula: o "potente", que dá a impressão de alongar o pescoço de quem quase não o tem.


Arrastão em SP acaba em tiroteio

Pelo menos 30 moradores, incluindo crianças, foram mantidos reféns por duas horas; 8 dos 34 apartamentos foram invadidos

Um dos bandidos anotava quais moradores já tinham sido roubados; polícia investiga se grupo tinha informações privilegiadas.

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